Aquilino Ribeiro em Viseu

ANTÓNIO ABRANTES

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Aquilino, considerado por muitos um dos maiores do século XX português tem agora uma estátua na Rua Formosa, em Viseu, mesmo em frente ao antigo mercado da cidade.

A escultura em bronze, da autoria de Joaquim Correia, mostra o escritor na sua mesa de labor literário que foi extenso e fecundo.

Já era tempo de Viseu prestar uma homenagem a este vulto grande da literatura que traduziu nas letras o mais genuíno, ancestral e intemporal da alma beirã e não só.

Esta escultura certamente irá sensibilizar e motivar ainda mais a leitura da sua vasta obra pelas gerações actuais e futuras.

Se temos na nossa história, local, regional e nacional homens da dimensão e do valor de Aquilino Ribeiro, porque não darmos a isso a maior importância e divulgação?

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3 Comments

  1. “A arte é tudo – tudo o resto é nada. Só um livro é capaz de fazer a eternidade de um povo”. Eça de Queirós.

  2. Señor Antonio Abrantes : tengo una preguntinha como es posible que el excelentísimo escultor Joaquim Correia a quién le tengo un respeto incalculable por lo prolífico de su obra artística y escultorica consiguiera realizar esta estatua después de haber fallecido casi un año antes! Por respeto a sus lectores le recomiendo visitar mi Facebook y ver todo el proceso de ejecución de esta escultura en homenaje al grande Mestre Aquilino! .??Un saludo cordial del verdadero escultor d esta pieza Yuraldi Rodríguez Puentes (Facebook)

  3. António Abrantes, provavelmente pessoa de bem e, de resto, com apurado gosto no campo das letras, devia, em nome dos mais elementares princípios da justiça e da verdade, proceder, de imediato, a um desmentido formal, com o mesmo destaque, da notícia aqui publicada. O autor da escultura, que a foto reproduz, desde a sua génese até ao gesso que seguiu para a fundição, em Madrid, foi apenas – e só -, contra ventos e marés, Yuraldi Rodríguez Puentes, que a executou, numa vertigem, em pouco mais de dois meses. O escultor, de nacionalidade cubana, reside há muito em Viseu. Desapossar um autor da sua obra, ainda que por ignorância (embora quem escreve, deve saber sobre o que escreve), é um acto cruel, sendo uma ignomínia quando praticado de má-fé. O enorme escultor que foi Joaquim Correia deve estar a dar voltas no túmulo por lhe atribuirem obra que, por não a ter feito, jamais pactuaria, pela sua verticalidade, com este enorme embuste. Um “Farol” é um marco, um guia, um elemento de orientação; jamais pode enganar, como agora acontece, os seus leitores, levando-os para um caminho sem rumo.
    Jerónimo Costa (membro da direcção do CEAR – Viseu)

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