Farol da Nossa Terra – Estreia absoluta de “Sangue na Guelra” no palco do Teatro Viriato
quinta-feira, 20 julho 2017

Teatro — Quarta-feira, 9 Outubro 2013 — 1 Comentário

Estreia absoluta de “Sangue na Guelra” no palco do Teatro Viriato

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“Sangue na Guelra”, peça de teatro com texto de Fernando Giestas e encenação de Rogério de Carvalho, estreia a 11 e 12 de Outubro (sexta-feira e sábado), no Teatro Viriato, em Viseu. Esta co-produção da Amarelo Silvestre/Magnólia Teatro e do Teatro Viriato é interpretada por Graeme Pulleyn e Rafaela Santos.

Em palco, “deambula-se pelo desencontro no encontro da guerra – o encontro no desencontro da vida”, nesta primeira vez que Rogério de Carvalho, um dos encenadores mais prestigiados a trabalhar em Portugal, colabora com a Amarelo Silvestre.

“Os muros da separação não chegam ao céu” – Foi a partir desta inscrição numa igreja francesa que o texto do espectáculo nasceu. Então, “construiu-se um muro imaginado, depois criou-se uma mulher e um homem que fossem nós, um lugar que fosse muitos, um tempo que fosse todos, uma guerra que fosse qualquer uma (com ou sem balas)”.

Agora, em palco estão uma mulher e um homem, de carne e osso, corpos que respiram. Já não há texto, há teatro.

Ao longo de 2013, “Sangue na Guerra/Guelra/Guerra” foi lido publicamente no Brasil e em França. Publicado na colectânea “Oficina de Escrita Odisseia: textos escolhidos”, edição do Teatro Nacional São João (Dezembro, 2011), este texto de Fernando Giestas é a base dramatúrgica do espectáculo que vai subir ao palco do Teatro Viriato no próximo fim-de-semana e que estará na Sala de Teatro de Oliveirinha dia 02 de Novembro, às 21h30, integrado no VII Festival de Teatro “Palco para dois ou menos” do NACO.

SANGUE NA GUELRA

Encenação – Rogério de Carvalho

Texto – Fernando Giestas

Interpretação – Graeme Pulleyn e Rafaela Santos

Desenho de Luz – Jorge Ribeiro

Co-Produção – Amarelo Silvestre e Teatro Viriato

Produção executiva – Tomás Pereira

Criação – Amarelo Silvestre (associação cultural co-financiada pela Direcção-Geral das Artes, em 2013)

Duração – 45 min. (aprox.); M/12

Apoio – As Casas do Visconde, Teatro Experimental de Mortágua

Agradecimentos: Jean Pierre Sarrazac, Alexandra Moreira da Silva, Teatro Nacional São João, As Boas Raparigas…, Fernando e Palmira Giestas

 

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