Quarta, 08 Fev 2012

Espectáculos — Segunda-feira, 2 Março 2009 — 0 Comentários

Actividades do Teatro Municipal da Guarda

“Peixe: Avião” apresenta o primeiro disco “40.02″

O quinteto “Peixe: Avião“, de Braga, que conta com o apoio incondicional do líder dos Mão Morta, Adolfo Luxúria Canibal, vai estar no Café Concerto do TMG no próximo dia 5 de Março para apresentar o primeiro disco de originais da banda “40.02″.
Acarinhados pela crítica nacional e seleccionados pela FNAC para integrar um disco com as bandas revelação do ano de 2007, os “Peixe: Avião” são, segundo o conterrâneo Adolfo Luxúria Canibal, «um milagre!…».
A banda é constituída por André Covas (guitarras, sintetizador), Luís Fernandes (guitarras, electrónica), Pedro Oliveira (bateria, percussão), Ronaldo Fonseca (voz, sintetizador) e Zé Figueiredo (baixo, mellotron).

Peripécia Teatro apresenta “Mamã?!”

Na sexta-feira, dia 6 de Março, o Peripécia Teatro apresenta no Pequeno Auditório do TMG a peça “Mamã?!“, às 21h30.
Nesta peça, Noelia Domínguez dá vida a um clown, uma bailarina de cabaret que, depois do teste positivo de gravidez, vê a sua vida profissional e pessoal transformada numa sequência de situações que encaixariam sem dificuldade em qualquer película cómica do cinema mudo ou num palco de um salão de vaudeville.
O espectáculo pretende dar à luz um humor universal, belo, louco, absurdo e terno através de uma clown que se encontra de esperanças, mas em situações desesperantes, e de um músico que ora a persegue ora dela se escapa, guiando-a pela narrativa da sua própria gravidez.
O espectáculo está classificado para maiores de 12 anos.

Famílias ao Teatro com “Agora eu era” da Companhia do Chapitô

agora eu era.jpgA iniciativa Famílias ao Teatro propõe para o próximo sábado à tarde (16h00), dia 7 de Março, o divertido espectáculo “Agora eu era“, apresentado pela Companhia do Chapitô, no palco do Grande Auditório.
Trata-se de um espectáculo de Teatro Visual e Musical para toda a família e que está classificado para maiores de 4 anos.
Na história: «três personagens e um baú, um contrabaixo que se transforma em porta, uma campainha que toca: E agora, eu era qualquer coisa que eu quisesse ser, e ia onde quisesse estar, e faria tudo aquilo que quero fazer. Agora tudo é possível. E as coisas são o que fazemos delas, e nós somos tudo, e também podemos ser nada…».
A Companhia do Chapitô tem desenvolvido um Teatro para a Infância, onde todos são mestres e aprendizes. Desde 2003, tem-se vindo a constituir como um laboratório, onde se troca e partilha experiências com grupos e pessoas de diversificadas linhas criativas, abrindo as portas a novos e jovens artistas (autores, dramaturgos, actores, bailarinos, músicos, cenógrafos, figurinistas) procurando enriquecer e desenvolver uma linguagem que traduza o respeito à sensibilidade e à inteligência das crianças e o seu direito à cultura.

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