Quinta, 09 Fev 2012

Cultura — Domingo, 19 Julho 2009 — 0 Comentários

Carregal do Sal – IV ENCONTRO DE ARTE AO VIVO participado por dezasseis pintores

Imagem 009.jpgO Museu Municipal de Carregal do Sal levou a efeito hoje, 19 de Julho, a quarta edição do Encontro de Arte ao Vivo, iniciativa estabelecida no seu plano de actividades pelo quarto ano consecutivo, com o objectivo de dinamizar a vila de Carregal do Sal e o Museu, dando ao mesmo tempo a conhecer os artistas participantes à comunidade local e aos visitantes.
Com lugar no jardim do museu, o encontro deste ano contou com a participação de dezasseis pintores, de vários pontos do país, precisamente um a mais do que a quantidade registada na edição do ano passado.
Iniciados às 10h00 e concluídos próximo das 19h00, mas com interrupção para o almoço, os trabalhos de pintura ao vivo, sendo de tema livre, ficaram ao critério dos artistas e alguns deram realce a património e paisagens do concelho.
Participaram no encontro os seguintes pintores, indicando-se também o tema que cada um escolheu:
- Alexandra Henriques (Nelas) – Borboletas
- Jorge Pinheiro (Canas de Senhorim) – Edifício antigo da Câmara Municipal
- Alcídio Marques (Viseu) – Dólmen da Orca dos Fiais da Telha
- Grácio Freitas (Viseu) – Albufeira da Senhora da Ribeira (Parada)
- Luís Duro (Viseu) – Lanternas de procissão
- Luís Rebelo (Guarda) – Casario de Póvoa de Midões
- Luís Rebelo Júnior (Guarda) – Casario de Póvoa de Midões
- João Luís (Viseu) – Charrete
- Nelson Dias (Viseu) – Panorâmica dos pintores no jardim
- Sandra Ferrão (Oliveirinha – Carregal do Sal) – Pintura abstracta
- André Soares (Viseu) – Palhaço
- Rui Costa (Viseu) – Aristides de Sousa Mendes
- Isabel Teles (Coimbra) – Traseira do edifício do Museu
- Catarina Figueiredo (Vila Nova de Paiva) – Moinho
- Orlando Silva (Canas de Senhorim) – Casa Carvalho (Carregal do Sal)
- Ricardo Rodrigues (Viseu) – Albufeira da Aguieira/natureza.
Segundo Evaristo Pinto, director do Museu Municipal, ao ser realizada ao ar livre, a iniciativa também pretendeu estimular o diálogo entre cada artista e os apreciadores populares que se atrevessem a uma visualização crítica sobre os trabalhos que iam sendo produzidos. De facto, não faltou quem, ao longo do dia, fosse apreciar o trabalho dos pintores e estabelecesse diálogo com os mesmos.
As obras produzidas ficaram expostas temporariamente no Museu.

Lino Dias

Deixe um Comentário

Cronistas
Agenda
Agenda completa
Comentários Recentes
Últimos comentários