Poesia

Poesia dependurada em árvores

Poemas dependurados em árvores, para serem lidos em Moimenta da Beira, este sábado e domingo, 21 e 22 de março, Dia Mundial da Poesia, da Árvore e da Floresta, e Dia Mundial da Água. Poesia […]

Poesia

Aí estão os emigrantes!

De muitas terras distantes Sempre os nossos emigrantes Já se apressam a regressar É sempre com alegria Ver chegar um qualquer dia E a família abraçar.

Poesia

Nobres sem nobreza

Persiste ainda a tradição De um tratar de ocasião O senhor nobre sem nobreza Atribuíam-se-lhe os inhos Aos então nobrezinhos Olhando à sua riqueza.

Poesia

Continuação do meu fado

A todos já disse que nasci Mas também falei da idade E se em Parada cresci Do meu fado tenho saudade. . Meu fado está na memória Por tudo ser conhecido Do meu povo não […]

Poesia

Pensamento no imaginário

Persiste no imaginário Persiste no impossível À roda de um diário Se deslumbra o terrível. . Acorda-se em pensamento A ver tão lindos cabelos Deslumbrado no momento Sem sequer poder vê-los.

Poesia

Becos da minha aldeia

Minha aldeia é pequena Com gente mui serena Por ora se vão cruzando Alguns dos campos vivendo De seu trabalho colhendo E nos becos vão passando.

Poesia

Alma moribunda

Alma minha que abraçaste Meu corpo quando nasci Não sei por onde andaste Se existo dependo de ti. . Se do Oriente vieste Ou desta minha região No teu regresso soubeste Parar nesta Nação.

Poesia

Incerteza Amorosa

Contemplo, inutilmente, da noite surge, Que pela diferença me vai passar, Escrevendo, a dar da fala, pouco urge. O que da noite escura pode encontrar Se por bécos onde decos depreende Num apreço do revesso, […]

Poesia

Os meus Poemas

Olhando, tenho em frente No meu modesto escritório, Como pai, tive de presente Retalhos do meu reportório. . E nesta grande maravilha, Jamais de mim sai, Da grande surpresa, da filha, Oferecendo no dia do […]

Poesia

ÀS TANTAS SÃO QUANTAS?

Quantas vezes olhaste o matizado horizonte Quantas vezes ansiaste pela madrugada Quantas vezes quiseste saciar tua sede nas fontes Quantas vezes sonhaste sem dar por nada Quantas vezes invejaste o cume dos montes Quantas vezes […]

Poesia

Pesca do meu Mondego

Longe já vão os tempos De carpas nem sabias Pesca desses momentos Era barbos e enguias. . Era na Foz do Dão Antes de Penacova Que havia distinção De lampreia da cobra.

Poesia

Temporal

Desta vez aconteceu No distrito de Viseu Santa Comba e Carregal Onde o granizo caiu E as culturas destruiu Grande foi o temporal.

Poesia

Dos Sábios aos Sabidos

Neste mundo de ninguém Muita palestra vezes vem De quem pensa saber tudo Onde muitos convencidos Que dos Sábios aos Sabidos Nem precisam de canudo.

Poesia

O alerta do Planeta

Num impulso natural Forte, claramente vivo Qual fenómeno abismal Ao Mundo revela perigo; Imensa nuvem vulcânica Os céus tolda num manto De cinzas em panorâmica Desenvolvidas com espanto.