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	<title>Comentários em: Festa anual da Santa Cruz reviveu tradição centenária</title>
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	<description>Notícia e Reportagem por terras do Interior</description>
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		<title>Por: António Neves</title>
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		<dc:creator>António Neves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 13:59:45 +0000</pubDate>
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		<description>Há muitos anos que não ía à Santa Cruz e por isso não percebi bem o que se estava a passar quando vi a Cruz do Vimieiro reverenciar as cruzes das paróquias vizinhas. Ora isso não faz sentido! A Cruz do Vimieiro deve reverência à Cruz-mãe do Couto do Mosteiro e a mais nenhuma. É bem claro o reverendo António Nunes de Sousa (paróco do Vimieiro) quando no último quartel do século XIX descreve a cerimónia dizendo que &quot;o pároco do Vimieiro vai também receber as outras cruzes e os párocos que as acompanham, mas vai só; a única recepção aparatosa é a da cruz do Couto&quot; (Leal, Pinho - Portugal Antigo e Moderno, p. 1451). A não ser que o que interessa não seja o rigor histórico mas ou &quot;fica mais bonito assim&quot; e nesse caso peço desculpa por me estar a intrometer...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos que não ía à Santa Cruz e por isso não percebi bem o que se estava a passar quando vi a Cruz do Vimieiro reverenciar as cruzes das paróquias vizinhas. Ora isso não faz sentido! A Cruz do Vimieiro deve reverência à Cruz-mãe do Couto do Mosteiro e a mais nenhuma. É bem claro o reverendo António Nunes de Sousa (paróco do Vimieiro) quando no último quartel do século XIX descreve a cerimónia dizendo que &#8220;o pároco do Vimieiro vai também receber as outras cruzes e os párocos que as acompanham, mas vai só; a única recepção aparatosa é a da cruz do Couto&#8221; (Leal, Pinho &#8211; Portugal Antigo e Moderno, p. 1451). A não ser que o que interessa não seja o rigor histórico mas ou &#8220;fica mais bonito assim&#8221; e nesse caso peço desculpa por me estar a intrometer&#8230;</p>
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