Poesia — Terça-feira, 2 Fevereiro 2010 — 0 Comentários
D’Um Paradense – Não guardarei rancor a ninguém
Às vezes, coisas mesquinhas,
Por mais que pequeninas,
Têm sinal duvidoso.
Porque, se engana gente,
Que sem saber até sente,
Quando o gesto é perigoso.
.
Não se pode revelar ,
Quando se quer desabafar,
Com quem temos por amigo.
Palavras levas o vento,
E , em qualquer momento,
Lá nos espreita o inimigo.
.
Sem efeitos de glória,
Fiz buscas à memória,
E , até achei piada.
Aos setenta anos pensaria,
Que de mim se queixaria,
Por um bem que melhorava.
.
E foi tão simplesmente,
Do parecer de certa gente,
Tal facto aconteceu.
Mas tão rápido que ligeiro,
O malfadado mensageiro,
A batalha não venceu.
.
E lá se chegou ao fim,
Porque a confiança em mim,
Vai continuar como sempre.
Por tudo o que aconteceu,
Quero afirmar do meu, Eu,
Ser a minha forma de gente.
.
E já que a novela acabou,
Para mim nada mudou
Tenho o mesmo coração.
Desta ermida assim falei,
Tendo cumprido a Lei,
Como qualquer cidadão.
.
Mas em mim fica gravada
A mágoa inesperada,
Por todo o sofrimento.
Mas , quem ler este poema,
Verá que valeu a pena,
Este meu desenvolvimento.
.
De tudo o que estou a falar,
Nas Forcadas é o lugar,
Neste Mundo tormentoso
Mas atesto pela esperança ,
De nunca procurar vingança,
E, continuar a ser bondoso.
Nota – Acaso me fiz entender , num recente poema ; dizia:- A tua paz é a minha paz.
Aqui fica, portanto , que apesar de tudo, não guardarei rancor a ninguém.
Adelino Borges
Cronistas
Agenda
- Emprego Jovem, Perspetiva e Horizonte
- Energias Renováveis e Eficiência Energética
- Assinatura do protocolo
- Intercâmbio musical
- Noite de Fados
- Carnaval Infantil
- MEMÓRIAS DE ‘UMA’ ESCOLA
- Futebol de Benjamins
Comentários Recentes
- E PARECE QUE VAI CONTINUAR,CARISSIMA PRO...
- BOM AGORA SÓ NOS FALTAVA O ALCUNHO DE "P...
- UM ÓTIMO ARTIGO,COMO SEMPRE,E A REALÇAR ...
- muito boa noite senhores membros da cama...
- Foram mais de 60 anos de ditadura em que...
- Não sei manifestar, desta forma tão poét...
- Caríssimo Adelino Borges
Gostei muito...
- Caro senhor Luis Zuzarte
Não se esta ...









