Poesia — Segunda-feira, 1 Fevereiro 2010 — 0 Comentários
Poema D´Um Paradens – A minha Paz é a tua Paz
A paz que tenho comigo
Posso-a repartir contigo,
Se nisso vires efeito.
Se te ofendi algum dia,
Eu desculpa pediria,
Apertando com o meu peito.
.
Porque a paz é resultado,
De ser bem intencionado,
E, a ninguém guardar rancor.
E tudo deixa de ser duro,
Mesmo se alguém imaturo,
Oferecer o seu amor.
.
Se há questões importantes,
De querelas já distantes,
Em cumprir obrigações.
Vamos agora entendendo,
Para, não ver ninguém sofrendo,
Com o abrir dos corações.
.
Assim a paz é conseguida,
Da compreensão que na vida,
O ser humano respeita.
Com dinamismo desenvolvido,
Deixa de haver mal entendido,
E passa a uma paz perfeita.
.
Admitir a nossa imperfeição,
Respeitando o nosso irmão,
É estar sempre de pé.
E se há opiniões contrárias,
Há formas pontuárias,
Unidos na mesma fé.
.
Neste gesto de humildade,
Não importa qual a idade,
Quando alguém a paz quer ter.
Perdoar ao semelhante,
Por qualquer falta distante,
Faz o perdoador renascer.
.
Assim rogo AO SENHOR ,
Que derrame o SEU AMOR,
A quem LHE pedir perdão.
É coisa mais natural,
Desviando assim o mal,
.
.
..
ADELINO BORGES
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